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A ressurreição do Sonhos

  • Foto do escritor: Ap. Ernani Lara
    Ap. Ernani Lara
  • há 24 horas
  • 11 min de leitura


A vida se edifica por meio de sonhos a serem edificados, mas quando os sonhos morrem em nossas lutas diárias, ele precisa ser restaurado, porque um sonho restaurado é a ressurreição de uma nova história de vida.
A vida se edifica por meio de sonhos a serem edificados, mas quando os sonhos morrem em nossas lutas diárias, ele precisa ser restaurado, porque um sonho restaurado é a ressurreição de uma nova história de vida.



A RESSURREIÇÃO DOS SONHOS

Texto básico: Gênesis 37:20

“É agora! Vamos matá-lo e jogá-lo num destes poços, e diremos que um animal selvagem o devorou. Veremos então o que será dos seus sonhos.”

Para se alcançar a ressurreição do sonhos, temos de começar pela história de José, que nos ensina como Deus pode colocar sonhos no coração de uma pessoa antes mesmo de revelar como esses sonhos serão realizados.

José tinha recebido sonhos que apontavam para aquilo que Deus faria no futuro. Entretanto, entre o sonho e seu cumprimento surgiram inveja, rejeição, traição, escravidão, injustiça e prisão.

Seus irmãos poderiam tirar sua túnica. Poderiam lança-lo na cisterna. Poderiam vende-lo como escravo. Poderiam afasta-lo de sua família. Mas havia algo que eles não poderiam destruir: o propósito de Deus para a vida de José.

A pergunta feita pelos irmãos tornou se praticamente uma provocação contra os planos de Deus:

“Veremos então o que será dos seus sonhos.”

Anos depois, a resposta apareceu diante dos próprios olhos deles.

José estava vivo.

José estava governando.

José estava prosperando.

E aqueles que tentaram destruir seu sonho estavam diante dele procurando alimento.

O sonho havia sobrevivido à cisterna.


QUANDO PARECE QUE O SONHO MORREU

Existem momentos em que determinadas áreas da nossa vida parecem uma cisterna.

Projetos param.

Portas se fecham.

Recursos diminuem.

Pessoas nos abandonam.

Planos precisam ser adiados.

Aquilo que parecia próximo torna se distante.

Entretanto, precisamos distinguir entre um sonho humano e um propósito estabelecido por Deus.

Nem todo desejo pessoal é necessariamente uma promessa divina. Mas quando Deus estabelece um propósito, circunstâncias humanas não possuem autoridade para anulá lo.

José não chegou ao governo do Egito simplesmente porque desejava ser importante. Ele chegou porque Deus estava conduzindo sua história.

Gênesis 50:20

“Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus tornou aquele mal em bem, para fazer o que hoje estamos vendo, isto é, salvar a vida de muita gente.”

Essa talvez seja uma das maiores lições da história de José.

Deus pode transformar aquilo que pretendia destruir você em instrumento para preparar você.

A cisterna não terminou a história.

A escravidão não terminou a história.

A prisão não terminou a história.

Quando Deus ainda está escrevendo, não devemos colocar ponto final.

QUATRO ATITUDES QUE PODEM DESTRUIR SONHOS

É importante fazer uma observação bíblica. A Bíblia não identifica cada comportamento humano como sendo necessariamente provocado por um demônio específico. Entretanto, ela nos alerta claramente contra atitudes espirituais e comportamentais capazes de destruir projetos, relacionamentos e oportunidades.


1. VIVER SOMENTE PEDINDO E NUNCA PRODUZINDO

Provérbios 30:15

“A sanguessuga tem duas filhas, e as duas se chamam: Me dá! Me dá!”

A figura da sanguessuga representa aquilo que constantemente recebe, mas nunca está satisfeito.

Existe uma mentalidade que impede muitas pessoas de crescerem: viver esperando exclusivamente aquilo que outras pessoas podem oferecer.

Deus pode usar pessoas para nos ajudar, mas também nos chama ao trabalho, à responsabilidade, à diligência e à produtividade.

Paulo escreveu:

Efésios 4:28

“Quem roubava não roube mais, porém comece a trabalhar, a fim de viver honestamente e poder ajudar os pobres.”

Observe a transformação.

Primeiro ele recebe capacidade para trabalhar.

Depois passa a produzir.

Finalmente chega à condição de ajudar outras pessoas.

A maturidade não consiste apenas em perguntar:

“Quem poderá me ajudar?”

Também devemos perguntar:

“O que Deus colocou em minhas mãos para eu começar?”


2. A PREGUIÇA

Provérbios 19:15

“A preguiça faz cair em profundo sono, e o preguiçoso passa fome.”

Sonhos exigem atitude.

José recebeu um sonho de Deus, mas trabalhou na casa de Potifar.

Depois trabalhou na prisão.

Finalmente administrou toda a economia do Egito.

O sonho não eliminou o trabalho.

O sonho deu propósito ao trabalho.

Outro texto declara:

Provérbios 10:4

“O preguiçoso fica pobre, mas quem se esforça no trabalho enriquece.”

Fé não é permanecer parado esperando que Deus faça aquilo que Ele colocou sob nossa responsabilidade.


3. A AVAREZA

Jesus advertiu:

Lucas 12:15

“Prestem atenção! Tenham cuidado com todo tipo de avareza porque a verdadeira vida de uma pessoa não depende das coisas que ela tem, mesmo que sejam muitas.”

O dinheiro é necessário.

Os recursos são importantes.

Prosperar pode ser uma bênção.

O problema começa quando aquilo que possuímos passa a possuir nosso coração.

A avareza transforma recursos em senhores.

Deus deseja que utilizemos os bens, mas nunca que sejamos escravos deles.


4. O AMOR AO DINHEIRO

Eclesiastes 5:10

“Quem ama o dinheiro nunca ficará satisfeito; quem tem a ambição de ficar rico nunca terá tudo o que quer. Isso também é ilusão.”

Também encontramos:

Provérbios 28:22

“O homem invejoso corre atrás das riquezas, mas não sabe que a pobreza o espera.”

Jesus foi ainda mais direto.

A referência correta é Mateus 6:24, e não Marcos 6:24.

Mateus 6:24

“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou odiará um e amará o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro.”

A questão não é possuir dinheiro.

A questão é determinar quem governa o coração.

Abraão possuía riquezas.

Jó possuía riquezas.

Davi possuía riquezas.

Salomão possuía grandes recursos.

Mas a Bíblia nunca apresenta o dinheiro como substituto de Deus.

JOSIAS E A RESTAURAÇÃO DA ADORAÇÃO

Um dos grandes exemplos de restauração espiritual no Antigo Testamento aconteceu no reinado de Josias.

Entretanto, para um estudo bíblico correto, precisamos ajustar uma afirmação do esboço original.

A Bíblia não diz que Israel deixou completamente de celebrar a Páscoa desde a morte de Samuel. Inclusive, encontramos uma grande celebração da Páscoa durante o reinado de Ezequias, registrada em 2 Crônicas 30.

O texto sobre Josias declara algo mais específico.

2 Crônicas 35:18

“Nunca havia sido celebrada uma Páscoa como aquela em Israel desde o tempo do profeta Samuel.”

Isto significa que a celebração promovida por Josias foi extraordinária em sua abrangência e fidelidade às determinações da Lei.

Josias começou seu processo de reforma ainda jovem.

2 Crônicas 34:3

“No oitavo ano do seu reinado, quando ainda era moço, Josias começou a buscar o Deus de Davi, seu antepassado.”

Depois iniciou reformas profundas.

O templo foi reparado.

A Lei de Deus foi encontrada.

A Palavra foi lida.

O rei se humilhou.

A aliança foi renovada.

A idolatria foi combatida.

Finalmente a Páscoa foi celebrada.

Leia para aprofundamento:

2 Crônicas 34:8 a 13

Relata a restauração da Casa do Senhor.

2 Crônicas 34:14 a 21

Relata o encontro do Livro da Lei durante as reformas do templo.

2 Crônicas 34:29 a 33

Josias reúne o povo, lê a Palavra e renova a aliança com Deus.

2 Crônicas 35:1 a 18

Relata a grande celebração da Páscoa durante seu reinado.

O princípio é poderoso:

A verdadeira restauração começa quando a Palavra de Deus volta ao centro da vida.


COMO OS SONHOS PODEM SER RESTAURADOS?

A história bíblica não apresenta uma fórmula pela qual alguém entrega determinada oferta e automaticamente recebe um resultado financeiro específico.

A oferta possui enorme valor espiritual quando nasce da fé, gratidão, generosidade e obediência.

Entretanto, a Bíblia apresenta diversos princípios que acompanham uma vida colocada diante de Deus.

Podemos organizar esses princípios em doze áreas.


Até aqui, tens o esboços da mensagem. A seguir, passarei a te dar 12 princípios para se ter os sonhos restaurados.




12 PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA TER OS SONHOS RESTAURADOS


1. RESSURREIÇÃO

Deus é poderoso para trazer vida onde aparentemente existe morte.

Ezequiel 37:4 e 5

“Profetize para estes ossos e diga: Ossos secos, escutem a palavra do Senhor! Eu, o Senhor Deus, lhes digo que porei respiração dentro de vocês e os farei viver de novo.”

O vale estava cheio de ossos secos.

Deus transformou aquele cenário de morte numa demonstração de vida e restauração.

Há projetos que podem precisar ser abandonados, mas existem outros que Deus pode reconstruir.

A questão é discernir a vontade de Deus.


2. RESTAURAÇÃO

Joel 2:25

“Devolverei a vocês os anos que foram consumidos.”

Deus pode reconstruir aquilo que foi perdido no passado.

Restauração não significa obrigatoriamente receber exatamente aquilo que possuíamos anteriormente.

Às vezes Deus restaura dando algo diferente, maior ou espiritualmente mais importante.


3. RESTITUIÇÃO

Quando Davi voltou para Ziclague encontrou destruição.

Entretanto, Deus lhe deu direção.

1 Samuel 30:8

“Davi perguntou ao Senhor: Devo perseguir esse grupo? Conseguirei alcançá los? O Senhor respondeu: Vá atrás deles. Você certamente os alcançará e conseguirá libertar os prisioneiros.”

Depois lemos:

1 Samuel 30:19

“Nada lhes faltou, nem pequeno nem grande.”

O princípio aqui é que Deus pode conduzir seus filhos em processos de recuperação e restituição.


4. CAPACIDADE PARA DESFRUTAR DO RESULTADO DO TRABALHO

Eclesiastes 5:19

“Se Deus dá riquezas e propriedades a alguém e permite que essa pessoa aproveite essas coisas, aceite a sua situação e fique satisfeita com o seu trabalho, isso é um presente de Deus.”

Não basta adquirir.

É necessário aprender a desfrutar corretamente.

Existem pessoas que trabalham, acumulam e nunca desfrutam.

A Bíblia apresenta a capacidade de desfrutar corretamente do fruto do trabalho como dádiva divina.


5. SABEDORIA PARA USUFRUIR DAS OPORTUNIDADES

Salomão pediu algo mais importante do que simplesmente riqueza.

Ele pediu sabedoria.

1 Reis 3:9

“Dá me sabedoria para que eu possa governar o teu povo e saber a diferença entre o bem e o mal.”

Deus pode abrir oportunidades, mas precisamos de sabedoria para reconhecê las.

Uma oportunidade errada também pode parecer excelente.

Por isso, antes de pedir uma oportunidade, peça discernimento.


6. LIVRAMENTO NOS MOMENTOS DIFÍCEIS

Salmo 34:19

“Os bons passam por muitas aflições, mas o Senhor os livra de todas elas.”

Deus pode conceder livramentos espirituais, familiares, profissionais e financeiros.

Isso não significa ausência de dificuldades.

Significa presença de Deus em meio às dificuldades.


7. PORTAS ABERTAS PARA TER OS SONHOS RESTAURADOS

Paulo declarou:

1 Coríntios 16:9

“Pois encontrei aqui ótimas oportunidades para um grande e proveitoso trabalho.”

Existem portas que não podemos fabricar.

Há momentos em que conhecimento, preparo e oportunidade se encontram.

Por isso, precisamos estar preparados quando a porta aparecer.


8. DIREÇÃO PARA NOVOS CAMINHOS

Abraão recebeu uma ordem:

Gênesis 12:1

“Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa do seu pai e vá para uma terra que eu lhe mostrarei.”

Às vezes Deus muda ambientes, cidades, países e circunstâncias.

Porém, a mudança precisa ser acompanhada de direção.

Nem toda mudança geográfica é transformação espiritual.

9. BÊNÇÃO ATRAVÉS DA FAMÍLIA

A Bíblia frequentemente mostra Deus utilizando relacionamentos para cumprir seus propósitos.

José foi instrumento de Deus para preservar sua própria família durante a fome.

Gênesis 45:7

“Deus me enviou adiante de vocês para fazer com que a nossa família continue a existir na terra.”

A família pode ser instrumento de socorro, cuidado e provisão.


10. CRESCIMENTO E MUDANÇA DE PATAMAR

José começou como escravo e terminou como governador.

Gênesis 41:41

“Depois o rei disse a José: Eu o coloco como governador de todo o Egito.”

Não aconteceu instantaneamente.

Houve processo.

Preparação.

Fidelidade.

Capacidade administrativa.

Integridade.

Paciência.

Deus pode mudar nossa condição, mas geralmente também nos prepara para aquilo que receberemos.


11. JUSTIÇA E LIBERAÇÃO

Existem situações que parecem travadas.

Nesses momentos devemos continuar orando e agindo de maneira correta.

Salmo 37:5

“Ponha a sua vida nas mãos do Senhor, confie nele, e ele o ajudará.”

O cristão não precisa manipular circunstâncias.

Ele pode trabalhar corretamente, procurar seus direitos, cumprir suas responsabilidades e colocar sua confiança em Deus.


12. O DEUS DO IMPOSSÍVEL

Jesus declarou:

Lucas 18:27

“O que é impossível para os seres humanos é possível para Deus.”

Existem situações que estão além da nossa capacidade.

É justamente aí que compreendemos a diferença entre aquilo que podemos fazer e aquilo que somente Deus pode realizar.

O impossível não deve produzir irresponsabilidade.

Deve produzir dependência.

Nós fazemos aquilo que está ao nosso alcance.

Deus continua sendo soberano sobre aquilo que ultrapassa nossas forças.

OFERTAS, GENEROSIDADE E FÉ

A Bíblia apresenta ofertas como parte da adoração.

Paulo ensina:

2 Coríntios 9:6

“Lembrem disto: quem planta pouco colhe pouco; quem planta muito colhe muito.”

Mas ele imediatamente acrescenta:

2 Coríntios 9:7

“Que cada um dê a sua oferta conforme resolveu no seu coração, não com tristeza nem por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.”

Esse equilíbrio é fundamental.

A oferta não deve nascer de pressão.

Não deve ser apresentada como compra de milagres.

Não deve ser tratada como pagamento para que Deus realize determinado sonho.

Ofertamos porque amamos.

Ofertamos porque somos gratos.

Ofertamos porque cremos na obra de Deus.

Ofertamos porque reconhecemos que tudo pertence ao Senhor.

Davi declarou:

1 Crônicas 29:14

“Tudo vem de ti, e nós somente damos aquilo que recebemos de ti.”

JOSIAS NÃO COMPROU UM AVIVAMENTO

Esse ponto merece atenção.

Josias não restaurou Israel simplesmente porque entregou uma oferta.

Ele buscou a Deus.

Combateu a idolatria.

Restaurou o templo.

Ouviu a Palavra.

Humilhou se.

Renovou a aliança.

Obedeceu à Lei.

Depois participou juntamente com seus líderes de uma grande contribuição para a celebração da Páscoa.

2 Crônicas 35:7

“Josias deu ao povo trinta mil carneiros e cabritos e três mil bois para serem usados na festa da Páscoa.”

A contribuição foi consequência de uma vida comprometida com Deus.

Não foi pagamento pelo favor divino.

Aqui encontramos um princípio importante:

A oferta que agrada a Deus nasce de um coração que já pertence a Ele.


A ECONOMIA DE DEUS

Jesus ensinou:

Mateus 6:31 a 33

“Portanto, não fiquem preocupados, perguntando: Onde vamos arranjar comida? Ou bebida? Ou roupas? Os pagãos é que estão sempre procurando essas coisas. O Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de tudo isso. Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas.”

A diferença do cristão não está em ignorar a economia deste mundo.

Vivemos nela.

Trabalhamos nela.

Pagamos contas.

Administramos recursos.

Planejamos o futuro.

Entretanto, nossa segurança final não está na economia.

Está em Deus.

Jesus não ensinou irresponsabilidade financeira.

Ele ensinou prioridade espiritual.

Primeiro o Reino.

Depois todo o restante precisa ocupar o seu lugar correto.

QUANDO OS SONHOS RESSUSCITAM

José provavelmente não imaginava que a cisterna faria parte do caminho para o palácio.

Também não imaginava Potifar.

Nem a falsa acusação.

Nem a prisão.

Nem os anos de espera.

Mas Deus conhecia todo o percurso.

Talvez alguém esteja olhando para uma parte da própria história e dizendo:

“Terminou.”

Entretanto, aquilo que parece um ponto final pode ser somente uma vírgula.

Se o sonho nasceu apenas da nossa vontade, precisamos colocá lo novamente diante de Deus.

Se precisa morrer, que morra.

Mas se existe propósito de Deus nele, ninguém terá autoridade para sepultá lo.

O próprio José é a prova.

Os irmãos disseram:

“Veremos então o que será dos seus sonhos.”

Anos depois eles viram.

Viram José vivo.

Viram José governando.

Viram José administrando.

Viram José alimentando povos.

Viram José salvando sua própria família.

Quem tentou enterrar o sonho precisou reconhecer aquilo que Deus havia construído.

Por isso, talvez a oração mais importante não seja:

“Senhor, realiza todos os meus sonhos.”

Talvez seja:

“Senhor, ressuscita os sonhos que vieram de Ti, transforma os que precisam ser transformados e sepulta aqueles que nunca fizeram parte da Tua vontade.”

Porque o maior sucesso não é realizar todos os nossos planos.

O maior sucesso é chegar ao final da caminhada e descobrir que aquilo que Deus sonhou para nós se cumpriu.

Provérbios 19:21

“As pessoas fazem muitos planos, mas quem decide é Deus, o Senhor.”

Se Deus ainda está trabalhando, a história ainda não terminou.

A cisterna não terminou José.

A prisão não terminou José.

A oposição não terminou José.

E aquilo que Deus determinou para a vida dele chegou exatamente ao lugar que o Senhor havia preparado.

Quando Deus é o autor do sonho, homens podem atrasar processos, circunstâncias podem mudar caminhos, mas o propósito de Deus permanece de pé.


Textos bíblicos para estudo complementar

Gênesis 37:5 a 20Gênesis 39:1 a 23Gênesis 40:1 a 23Gênesis 41:37 a 44Gênesis 45:4 a 8Gênesis 50:15 a 21Provérbios 10:4Provérbios 19:15Provérbios 19:21Provérbios 28:22Provérbios 30:15Eclesiastes 5:10 e 192 Crônicas 30:1 a 272 Crônicas 34:1 a 332 Crônicas 35:1 a 19Salmo 34:19Salmo 37:5Ezequiel 37:1 a 14Joel 2:25Mateus 6:24 e 31 a 33Lucas 12:15Lucas 18:271 Coríntios 16:92 Coríntios 9:6 a 81 Crônicas 29:10 a 14


Ap. Ernani Lara

Alpha Church, Londres

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